Talvez seja uma canção que faz sentido nos tempos que correm, não tanto pelo seu teor político que, verdade seja dita, é inquestionavelmente bom, mas pelo simples recurso a uma rapariga, vulgo podre de boa, boa nas horas, jeitosa, formosa, bem feita, barsa, naco, babe, hottie, numa campanha que se queria eficaz.
oxalá não façam o mesmo em Portugal, senão tinhamos a Odete Santos a fazer a dança do varão para nojo e espanto dos eleitores...
Ah grandes Marketeers!!!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário